Na semana passada foi noticiado o ressurgimento de três figuras que ninguém esperava mais nada deles.
Um fato que me surpreendeu, foi à volta de Michael Jackson aos palcos. Depois de anos foradels, ele volta em grande estilo.
Ele começou sua carreira aos cinco anos de idade, quando era líder vocal do grupo Jackson 5. Lançou-se em carreira solo no início da década de 1970, ainda adolescente.
Mas o sucesso veio na década de 80, tornando-se uma referência para toda uma geração, graças ao lançamento do álbum mais vendido e o que eu mais gosto, “Thriller”.
Nos anos 90 se envolveu em escândalos de abuso sexual de menores. Por isso, interrompeu a carreira.
Michael Jackson, está afastado dos palcos há mais de dez anos e, fará dez shows em Londres, no mês de julho. Calcula-se que o astro deva faturar milhões de dólares com o retorno em grande estilo, que certamente serão úteis para pagar suas gigantescas dívidas. Os credores agradecem a volta à labuta.
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Outro que tomou banho de pipoca e voltou foi o Ronaldo. Depois de uma estréia discreta contra o Itumbiara pela Copa do Brasil. Ronaldo marcou o gol, que livrou a cara do Corinthians, frente à porcada, aos 48 minutos do 2° tempo, empatando o jogo depois do goleiro do corinthians ter saído para caçar borboleta.
Apesar do oba-oba que foi feito com a volta dele aos gramados, hoje o Ronaldo é tido quase como um Lázaro que mesmo depois de três cirurgias, uns 5 Kg acima do peso e com uma certa idade, ainda dá trabalho para qualquer defesa adversária.
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E a mais importante volta para o cenário Brasileiro, foi à volta de Fernado Collor de Melo ao poder. Depois de dois anos de atuação discreta no Senado, Fernando Collor volta ao centro da política, ao ser eleito presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado, derrotando a candidata petista, a ex-líder da bancada, senadora Ideli Salvatti.
Collor conseguiu derrotar o PT ao ter sua candidatura patrocinada pelo PMDB e pelo DEM. Na campanha de Sarney para a presidência do Senado, o líder do PMDB, Renan Calheiros, ofereceu uma Comissão para Collor, em troca do apoio a Sarney, bem ao estilo, “uma mão lava outra”, ação característica do corporativismo de nossos parlamentares.
Collor já tem um passado de corrupção, que ocasionou o Impeachment, quando era presidente em 1992. Agora com essa comissão de infraestrutura, que vai administrar o dinheiro que será investido nas obras do PAC, incluindo projetos para exploração de petróleo na área do pré-sal, o que não vai faltar é oportunidade para desviar uma verbinha aqui, um licitação duvidosa ali, uma obra super faturada acolá. Ou seja, oportunidade para surrupiar a contribuição do erário, não vai faltar.
Fonte: G1
segunda-feira, 9 de março de 2009
A volta dos que não foram
Postado por Homenzinho de Barba Mal feita às 03:28 12 comentários
Marcadores: Corinthians, Fernando Collor de Melo, Michael Jackson, PAC, Ronaldo Fenomêno, Thriller
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